Prof. Rones Dias
Este espaço foi criado para compartilhar conteúdos relacionados ao ensino de Química, alinhados ao currículo do Estado de São Paulo. Aqui você encontrará textos, vídeos e materiais selecionados da internet com o objetivo de facilitar a compreensão dessa ciência fascinante que está presente em tudo ao nosso redor. A proposta do blog é oferecer recursos que apoiem estudantes e interessados na área, contribuindo para um aprendizado mais dinâmico, acessível e significativo.
quarta-feira, 23 de abril de 2025
sexta-feira, 7 de fevereiro de 2025
Aula 01
domingo, 3 de dezembro de 2023
O anel de Giges
O anel de Giges
O anel de Giges é uma história contada por Platão na República para discutir se o homem agiria corretamente caso tivesse o poder de fazer maldade sem ser percebido. Num diálogo do livro, Glauco discorda de Sócrates e insiste que justiça e virtude não são de fato desejáveis em si mesmas. O importante é aparentar sem um homem justo e bondoso. Não é necessário ser de fato.
Em apoio a sua afirmação, Glauco oferece a seguinte história que sugere que a única razão pela qual as pessoas agem moralmente é que eles não têm o poder de se comportar de outra forma. Basta retirar o medo da punição, e a pessoa “justa” e “injusta” se comportará da mesma maneira: injustamente, imoralmente.
Veja o texto que descreve a história do anel de Giges:
“Giges era um pastor a serviço do rei de Lídia. Houve uma grande tempestade e um terremoto fez uma abertura na terra no lugar onde ele estava alimentando seu rebanho. Espantado com a visão, desceu até a abertura, onde, entre outras maravilhas, viu um cavalo oco de bronze, com portas. Giges então se agachou e viu o corpo de um homem com apenas um anel de ouro no dedo. Ele pegou o anel e voltou para a superfície.
“Com esse anel no dedo, foi assistir à assembléia habitual dos pastores, que se realizava todos os meses, para informar ao rei o estado dos seus rebanhos. Tendo ocupado o seu lugar no meio dos outros, virou sem querer o engaste do anel para o interior da mão; imediatamente se tomou invisível aos seus vizinhos, que falaram dele como se não se encontrasse ali. Assustado, apalpou novamente o anel, virou o engaste para fora e tomou-se visível. Logo em seguida repetiu a experiência, para ver se o anel tinha realmente esse poder; reproduziu-se o mesmo prodígio: virando o engaste para dentro, tomava-se invisível; para fora, visível. Assim que teve certeza, conseguiu juntar-se aos mensageiros que iriam conversar com o rei. Chegando ao palácio, seduziu a rainha, conspirou com ela a morte do rei, matou-o e obteve assim o poder.
“Agora suponha que existem dois anéis desta natureza e o justo recebesse um e o injusto outro. É provável que nenhum fosse de caráter tão firme para perseverar na justiça e para ter a coragem de não se apoderar dos bens de outra pessoa. Afinal, ele poderia tirar sem receio o que quisesse dos mercados e lojas, introduzir-se nas casas para se unir a quem lhe agradasse, matar uns, libertar outros da prisão e fazer o que quisesse, tornando-se igual a um deus entre os homens. Agindo assim, nada o diferenciaria do mau: ambos tenderiam para o mesmo fim. Isso é uma grande prova de que ninguém é justo por vontade própria, mas por obrigação, não sendo a justiça um bem individual, visto que aquele que se julga capaz de cometer a injustiça comete-a. De fato, todo homem pensa que a injustiça é individualmente mais proveitosa que a justiça, e pensa isto com razão, segundo os partidários desta doutrina. Pois, se alguém recebesse a permissão de que falei e jamais quisesse cometer a injustiça nem tocar nos bens de outra pessoa, pareceria o mais infeliz dos homens e o mais idiota àqueles que soubessem da sua conduta; em presença uns dos outros, iriam elogiá-lo, mas para se enganarem mutuamente e por causa do medo de se tomarem vítimas da injustiça. Eis o que eu tinha a dizer sobre este assunto.”
Imagine por um momento que você está de posse de desse anel. Como você usaria isso? Se você tivesse uma garantia perfeita de que nunca seria pego ou punido, o que você faria?
Referência
Platão. A República. São Paulo: Editora Scipione, 2002.
sábado, 21 de janeiro de 2017
Passo a passo para solicitar documentos e certificados na rede estadual
Passo a passo para solicitar documentos e certificados na rede estadual
É o documento que atesta o resultado final obtido pelo aluno (aprovado ou reprovado) no ano letivo. Serve para efetuar a matrícula enquanto aguarda a emissão do histórico escolar. Também é válido para aqueles que procuram emprego ou estágio e precisam comprovar o horário de estudo. O documento deve ser solicitado na própria escola.
O material é responsável por detalhar toda a trajetória acadêmica do aluno, e pode ser solicitado a partir da conclusão do curso. Nas transferências para outra rede de ensino, o documento também é indispensável para garantir a continuidade do estudo no ciclo correto. O pedido deve ser feito na unidade onde está matriculado. Em caso de escolas que não funcionam mais, o interessado deve se dirigir à Diretoria de Ensino.
Podem dar entrada da 1ª via, os alunos concludentes do Ensino Fundamental e Médio nas modalidades regular ou Educação de Jovens e Adultos (EJA). O documento é obrigatório para quem ingressa em universidades – no Brasil e em outros países. O certificado também é exigido em concursos públicos e como atestado de escolaridade em seleção de empregos.
Quem ainda não concluiu a educação básica e vai continuar na rede, fique atento ao calendário 2017. Neste ano, as atividades terão início no dia 2 de fevereiro. A data é a mesma em todas as 5 mil unidades de Ensino Fundamental, Médio e Educação de Jovens e Adultos.
quarta-feira, 16 de dezembro de 2015
Faxineiro da Microsoft
O homem sai, desesperado, sem saber o que fazer; somente tem R$ 10 no bolso. Então decide ir ao supermercado e comprar uma caixa de 10 quilos de tomates. Bate de porta em porta vendendo os tomates a quilo, e, em menos de duas horas, tinha conseguido duplicar o capital. Repete a operação mais três vezes e volta a casa com R$ 60. Então, ele verifica que pode sobreviver dessa maneira, sai de casa cada dia mais cedo e volta a casa mais tarde, e assim triplica ou quadruplica o dinheiro a cada dia. Pouco tempo depois, compra uma Kombi, depois troca por um caminhão e pouco tempo depois chega a ter uma pequena frota de veículos para distribuição.
Passados 5 anos, o homem é dono de uma das maiores distribuidoras de alimentos dos Estados Unidos. Pensando no futuro da sua família, decide fazer um seguro de vida. Chama um corretor, acerta um plano e quando a conversa acaba, o corretor lhe pede o e-mail para enviar a proposta. O homem disse que não tem e-mail. Curioso, o corretor lhe disse: "Você não tem e-mail e chegou a construir este império, imagine o que você seria se tivesse e-mail!" O homem pensa e responde: "Seria faxineiro da Microsoft!"
Moral da história 1: A Internet não soluciona sua vida!
Moral da história 2: Se você quer ser faxineiro da Microsoft, procure ter um e-mail.
Moral da história 3: Se você nao tem e-mail e trabalha muito, pode ser milionário.
quinta-feira, 5 de fevereiro de 2015
Medidas devem ser tomadas para que exploração não afete o meio ambiente
sábado, 8 de março de 2014
NPK SIGNIFICA NITROGÊNIO, FÓSFORO E POTÁSSIO.
NPK SIGNIFICA NITROGÊNIO, FÓSFORO E POTÁSSIO.
Embora não sejam estes elementos N, P e K que venham individualizados nos adubos, eles vem nas seguintes formas:
Estes três nutrientes são vendidos em sacos de adubos ou fertilizantes para fins agrícolas, nas formas de N-P2O5-K2O, divididos em percentagens. Por exemplo, 10-10-10 (equivalente a 10% de N, 10% de P2O5, 10% de K2O), 4-14-8 (equivalente a 4% de N, 14% de P2O5, 8% de K2O), etc. O agricultor ou jardineiro escolhe a composição N-P2O5-K2O do fertilizante consoante as quantidades de nutrientes de que a sua planta precisa.
O N geralmente vem na forma de uréia, Nitrato de amônio ou sulfato de amônio, conforme o fabricante do fertilizante.
O P vem de fontes de fósforo, e entre as mais indicadas são, entre outras: o termofosfato yoorin, cerca de 17% a 18% de P2O5 total; os hiperfosfatos Arad, 33% de P2O5 total; e Gafsa, 29% de P2O5 total; e alguns fosfatos parcialmente solubilizados.
Ainda tem os superfosfatos triplo, simples e de amônio (MAP e DAP) que também dependendo do fabricante, vem numa ou noutra forma.
Quanto ao K, no Brasil, dentre os adubos potássicos, o cloreto de potássio (KCI), com 60% de K2O e 45% de cloro, supre cerca de 95% do total de potássio aplicado nas plantas cultivadas no país. O sulfato de potássio, com 52% de K2O e 18% de enxofre, também pode ser usado onde houver deficiência de enxofre.
ABAIXO, A IMPORTÂNCIA DE CADA ELEMENTO PARA AS PLANTAS.
Nitrogênio – símbolo N - É o principal agente do crescimento das plantas e do desenvolvimento foliáceo. A maior parte do nitrogênio a planta absorve nas primeiras fases da sua vida e deixa armazenado em seus tecidos de crescimento. A falta desse elemento nessa fase inicial retarda o crescimento e conseqüentemente a produção. Podemos, no geral, perceber que a falta de nitrogênio deixa a folha com a cor verde pálida ou verde amarelada enquanto o excesso produz abundante folhagem de coloração verde- escura.
Fósforo – símbolo P - Sua presença é indispensável para a planta transformar os hidratos de carbono em açúcares. O Fósforo participa ativamente do processo de divisão das células. É um dos agentes direto da formação da clorofila e ainda aumenta o desenvolvimento radicular propiciando à planta maior capacidade de absorver os elementos férteis do solo. Age diretamente na qualidade dos frutos e maturação das sementes e a deficiência desse elemento pode ser percebida quando as folhas tomam uma coloração arroxeada.
Potássio – símbolo K - Indispensável à produção dos amidos e açúcares, e para a respiração e desenvolvimento das raízes. Sem ele a planta não se desenvolve. Fica ali atrofiada.
O Potássio é absorvido pela planta em menor quantidade e fica acumulado nas folhas e nos talos mais que nos frutos.
No inicio desta matéria eu falei: Os adubos NPK podem ser comprados em diferentes fórmulas ou até mesmo se mandar preparar uma fórmula em que sobressaia o elemento que desejamos e até enriquecidos com micro-nutrientes. Pois é ai que entra a classificação dos fertilizantes: Fertilizantes nitrogenados, fertilizantes potássicos e fertilizantes fosfatados. Já sabemos que o(N) Nitrogênio, (P)Fósforo e (K) potássio são os 3 elementos mais exigidos por qualquer planta.
Quando em uma fórmula o elemento em maior quantidade é o Nitrogênio, falamos que esse fertilizante é nitrogenado e é recomendado para estimular a brotação e o enfolhamento. São ótimos para as folhagens em geral, gramados. A fórmula será expressa em porcentagem e assim quando expressamos: A Uréia tem 45% de Nitrogênio, estamos falando que de cada 100 quilos de Uréia, 45 são de Nitrogênio.
Quando o elemento de maior quantidade é o Fósforo, falamos que é um fertilizante fosfatado e que este estimula o surgimento de raízes, o aumento das floradas e, conseqüentemente da frutificação e produção de sementes. A aplicação de adubos fosfatados é muito importante em regiões onde ocorrem geadas, pois ele vai aumentar a resistência das plantas ao frio e alem disso vai apressar a maturação dos frutos.
Quando o elemento dominante é o Potássio (K) vai contribuir na formação de tubérculos, rizomas, fortalecer os tecidos vegetais e aumentar a resistência contra a seca. Por dar maior consistência à planta vai tornar a mesma mais resistente contra pragas e doenças.
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Existem formulações diferentes de fertilizantes NPK, baseadas na sua finalidade. Em geral, usa-se:
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NPK 4-14-8 (4 partes de nitrogênio, 14 partes de fósforo e 8 partes de potássio) para espécies que produzem flores e frutos. Ex. hibisco, azaléias, violetas, cítricos como a laranjeira, legumes, etc. Além disso, segundo a maioria dos fabricantes, esta formulação é ideal para ser aplicada no momento do plantio dos vegetais, no preparo do solo, pois o alto teor de fósforo proporciona uma melhor formação e desenvolvimento das raízes e estrutura das plantas.
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NPK 10-10-10 (partes iguais dos 3 elementos) para espécies que não florescem e não produzem frutos, como as samambaias. Segundo os fabricantes, esta formulação também é ideal para ser aplicada em plantas já formadas, na forma de cobertura. Neste caso, pode ser usada em flores, folhagens, hortaliças e frutíferas.
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NPK 15-15-20 (15 partes de nitrogênio, 15 partes de fósforo e 20 partes de potássio), rica em potássio, esta formulação é considerada bem prática, pois pode ser usada também no cultivo hidropônico, sendo indicada especialmente para hortas.
teste de conhecimento
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